quinta-feira, 24 de março de 2011

London!

Business or pleasure?


PLEASURE!



Packing

O governo caiu... este país está no lodo, triste... Não creio que haja grande alternativa, nem que tudo melhore daqui a 6 meses mas, espero estar errada! A esperança é fácil de matar mas demora a morrer!
Enquanto ouvia o discurso de Sócrates e os que se seguiram Passos Coelho e Portas, ia fazendo a mala... vou ali respirar fundo e já volto... Desta vez ainda volto... Haverá o dia em que não penso 2 vezes...

terça-feira, 22 de março de 2011

by unknown...

"You may not be her first, her last, or her only. She loved before she may love again. But if she loves you now, what else matters? She's not perfect - you aren't either, and the two of you may never be perfect together but if she can make you laugh, cause you to think twice, and admit to being human and making mistakes, hold onto her and give her the most you can. She may not be thinking about you every second of the day, but she will give you a part of her that she knows you can break - her heart. So don't hurt her, don't change her, don't analyze and don't expect more than she can give. Smile when she makes you happy, let her know when she makes you mad, and miss her when she's not there."

segunda-feira, 21 de março de 2011

F&Q

Tu e eu... somos muito iguais! Somos signos de Ar, gémeos tão falsos como verdadeiros, gémeos bons e maus, o expoente máximo da dualidade na unidade... É, talvez, por isso que a química se reduz à física! Se tu avanças eu sinto que já ganhei, se recuas sei que queres que te persiga... Temos jogadas iguais, num jogo que nenhum quer realmente jogar. Porque é que jogamos ainda assim? Porque podemos e porque no fundo não sabemos como não jogar... Jogadores ou caçadores, nós gostamos da perseguição, da caça, do estado de alerta, de apanhar as presas pelo shot de adrenalina, sem pensarmos que as matamos... Nós não morremos, trocamos de papeis... nenhum de nós morre.... deve ser por isso que a física ganha à química... E sem química não há adrenalina, sem química só há física... e na física não passamos de dois corpos num plano inclinado, sujeitos a forças, tensão e atrito...

lá longe...

Quando temos um acesso de loucura esperamos que as amigas nos tentem dissuadir, não esperamos que façam essa loucura connosco e nos testem a coragem! Mas quando isso acontece, há magia!
Numa destas noites, o ambiente era perfeito, o sítio era desconhecido, a música trazia calor, e à nossa volta faltava ar!... E aí eu disse "vamos dançar na coluna!" e a resposta foi "vamos!" E assim foi... espalhámos magia! Lá longe...

Fim de semana com neve

Eu gosto de neve... Gosto da paisagem branca, do frio, da magia de ver nevar... Acho que qualquer pessoa se sente pequenina quando neva, é coisa de contos de fadas e histórias de embalar... Nos Alpes Suiços já me tinha aventurado no ski mas sem grande sucesso. Desta vez optei pelo snowboard e adorei! Achei todo o material mais prático e confortável que os skis, até as quedas são mais controladas no snowboard. Confesso que talvez tenha ficado um bichinho! Voltaria a optar por este desporto num ápice! Pena estar tudo tão longe...


O melhor deste fim de semana foram também as amizades que ficaram! bons momentos! :D

quarta-feira, 9 de março de 2011

For what it's worth, I know the difference between a Cayman, a Carrera and a Boxster... by far!

terça-feira, 8 de março de 2011

Porque amanhã não me arrependo...

hoje não o vou evitar... quero dizer que sinto a sua falta, que o adoro e quero mandar-lhe um beijo especial...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Barbie do metro

É uma das personagens que me acompanha todas as manhãs. Cabelo loiro, 50kgs e 1.60m de altura em cima duns sapatinhos Jimmy Cho style. Na casa dos seus 30s, é uma mulher vistosa sem dúvida...daquelas que me não queremos encontrar logo de manhã, seja segunda feira ou não. À primeira vista tem pinta de advogada da católica, mas não usa pasta... Tal como eu, senta-se sempre no mesmo lugar do metro, deve ser do hábito. Aprendi que para fazermos um hábito temos de repetir a mesma acção 90 dias sem interrupção... Ainda estou para aprender a desaprender hábitos! A "Barbie" não tem voz, não tem sorriso, existe só para mim como essa figura que ocupa um lugar no metro. Consegue distrair um homem à primeira, mas... A Barbie tem sempre os mesmos sapatinhos pretos de 10 cms abertos na frente, faça chuva, faça sol... Será sempre Primavera no seu mundo?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

hummpffff

humm... agora apetece-me... agora já não...

Continuo na minha... se tenho dúvidas é porque a resposta é não...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Nada se perde, tudo se transforma...

É o que sinto uns dias e gostaria de sentir noutras noites.

caminhos...

Quando digo que adoro apaixonar-me num fim de semana, não me perguntem por quem, a resposta é por mim! Sim estou um bocadinho egocêntrica, rendida aos prazeres imediatos da vida, como costumo dizer ultimamente. É um caminho que vou percorrendo sem pressa, um passeio que disfruto sozinha... Não existe mapa ou destino. O mapa sou eu que o desenho dos sítios onde já estive, não do sítio para onde vou. E o destino não é algo a alcançar, é uma forma de vida, como dizem os espanhois. Saber de onde vimos é tão importante como sabermos onde estamos, e para onde queremos ir. Desenho o mapa para trás, dos sítios onde fui feliz, onde me perdi, onde tenho labirintos e jardins proíbidos... maldito cliché! :) Desenho os sítios onde pretendo voltar, uns sei de cor e de olhos fechados... Desenho os lugares onde não pretendo voltar, conheço-os, reconheço-os, sei onde ficam, e aprendo a contorná-los sem atalhos, sem pressas...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Pensamentos abstratos

Os amores platónicos são os amores ideais, é o que muita gente pensa. De facto até podem ser, na medida em que os vivemos sozinhos com a nossa imaginação, onde tudo corre a nosso favor, sem contrariedades, tudo tão leve e divertido se assim o quisermos.

Eu acho que um amor nunca pode ser platónico. Nós apaixonamo-nos pelo desconhecido mas amamos apenas o que conhecemos, não concordam? Portanto, podemos viver mil e uma paixões dentro de nós mesmos, mas quando amamos é de dentro para fora. Por isso é que achamos que controlamos a paixão, pelo menos eu acho! Uns dias pode ser mais intensa, noutros arrefece depressa, no fundo basta querermos... Quando a paixão nos ganha o braço de ferro e se transforma em amor, aí, já não está nas nossas mãos. Está cá dentro e faz parte de nós, do que fazemos, do que queremos, até do que respiramos. Não pode ser platónico ou imaginado, é vivido! O amor é sempre vivido tanto em toda a sua força e felicidade, como em toda a sua fraqueza e dor. A paixão pode ser inventada e reinventada num fechar de olhos... O amor, esse surge quando ninguém o tenta controlar, intensificar ou dissolver, surge quando alguém o quer viver sem nunca o sonhar.