É uma das personagens que me acompanha todas as manhãs. Cabelo loiro, 50kgs e 1.60m de altura em cima duns sapatinhos Jimmy Cho style. Na casa dos seus 30s, é uma mulher vistosa sem dúvida...daquelas que me não queremos encontrar logo de manhã, seja segunda feira ou não. À primeira vista tem pinta de advogada da católica, mas não usa pasta... Tal como eu, senta-se sempre no mesmo lugar do metro, deve ser do hábito. Aprendi que para fazermos um hábito temos de repetir a mesma acção 90 dias sem interrupção... Ainda estou para aprender a desaprender hábitos! A "Barbie" não tem voz, não tem sorriso, existe só para mim como essa figura que ocupa um lugar no metro. Consegue distrair um homem à primeira, mas... A Barbie tem sempre os mesmos sapatinhos pretos de 10 cms abertos na frente, faça chuva, faça sol... Será sempre Primavera no seu mundo?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
hummpffff
humm... agora apetece-me... agora já não...
Continuo na minha... se tenho dúvidas é porque a resposta é não...
Continuo na minha... se tenho dúvidas é porque a resposta é não...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
caminhos...
Quando digo que adoro apaixonar-me num fim de semana, não me perguntem por quem, a resposta é por mim! Sim estou um bocadinho egocêntrica, rendida aos prazeres imediatos da vida, como costumo dizer ultimamente. É um caminho que vou percorrendo sem pressa, um passeio que disfruto sozinha... Não existe mapa ou destino. O mapa sou eu que o desenho dos sítios onde já estive, não do sítio para onde vou. E o destino não é algo a alcançar, é uma forma de vida, como dizem os espanhois. Saber de onde vimos é tão importante como sabermos onde estamos, e para onde queremos ir. Desenho o mapa para trás, dos sítios onde fui feliz, onde me perdi, onde tenho labirintos e jardins proíbidos... maldito cliché! :) Desenho os sítios onde pretendo voltar, uns sei de cor e de olhos fechados... Desenho os lugares onde não pretendo voltar, conheço-os, reconheço-os, sei onde ficam, e aprendo a contorná-los sem atalhos, sem pressas...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Pensamentos abstratos
Os amores platónicos são os amores ideais, é o que muita gente pensa. De facto até podem ser, na medida em que os vivemos sozinhos com a nossa imaginação, onde tudo corre a nosso favor, sem contrariedades, tudo tão leve e divertido se assim o quisermos.
Eu acho que um amor nunca pode ser platónico. Nós apaixonamo-nos pelo desconhecido mas amamos apenas o que conhecemos, não concordam? Portanto, podemos viver mil e uma paixões dentro de nós mesmos, mas quando amamos é de dentro para fora. Por isso é que achamos que controlamos a paixão, pelo menos eu acho! Uns dias pode ser mais intensa, noutros arrefece depressa, no fundo basta querermos... Quando a paixão nos ganha o braço de ferro e se transforma em amor, aí, já não está nas nossas mãos. Está cá dentro e faz parte de nós, do que fazemos, do que queremos, até do que respiramos. Não pode ser platónico ou imaginado, é vivido! O amor é sempre vivido tanto em toda a sua força e felicidade, como em toda a sua fraqueza e dor. A paixão pode ser inventada e reinventada num fechar de olhos... O amor, esse surge quando ninguém o tenta controlar, intensificar ou dissolver, surge quando alguém o quer viver sem nunca o sonhar.
Eu acho que um amor nunca pode ser platónico. Nós apaixonamo-nos pelo desconhecido mas amamos apenas o que conhecemos, não concordam? Portanto, podemos viver mil e uma paixões dentro de nós mesmos, mas quando amamos é de dentro para fora. Por isso é que achamos que controlamos a paixão, pelo menos eu acho! Uns dias pode ser mais intensa, noutros arrefece depressa, no fundo basta querermos... Quando a paixão nos ganha o braço de ferro e se transforma em amor, aí, já não está nas nossas mãos. Está cá dentro e faz parte de nós, do que fazemos, do que queremos, até do que respiramos. Não pode ser platónico ou imaginado, é vivido! O amor é sempre vivido tanto em toda a sua força e felicidade, como em toda a sua fraqueza e dor. A paixão pode ser inventada e reinventada num fechar de olhos... O amor, esse surge quando ninguém o tenta controlar, intensificar ou dissolver, surge quando alguém o quer viver sem nunca o sonhar.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Congresso do Montenegro
... A bombar!
Foi dos melhores congressos de pequenos animais de sempre! Ok, eu não assisti a uma palestra até ao final mas pelo que me disseram foi muito bom nessa parte também!
Eu era menina de ir aos congressos de buiatria só por causa das festas da malta rija dos grandes animais. Pela primeira vez, o pessoal dos pequenos teve a brilhante ideia de copiar o espírito.
Fim de semana a trabalhar não sabe bem a ninguém... mas sábado 19h, lá fui eu apanhar o comboio pro Porto... Desta vez "vinguei-me" e fui de Alfa Pendular, sozinha como gente grande, ora essa! Ninguém me apanha mais num Intercidades que avaria e atrasa a viagem em 2h como no ano passado! Hum! Era para Espinho mas acabei por sair em Gaia. Long story short: fiquei escondida na casa de banho para deficientes, a única onde cabia eu e a bagagem, os 10 minutos que distam a estação de Espinho até Gaia, para não ser apanhada pelo revisor! .... Meu Deus, como eu sou tão ingénua... e como eu me divirto com isso! :D Chegada a Gaia, jantarada com 18 pessoas das quais só conhecia 2, o resto foi-me sendo apresentado pelos metros de sangria enquanto engonhava a francesinha no prato! Sim, confesso que tenho sido permissiva com o meu palato no que toca a picantes! A contrapartida é hidratar! Depois do jantar, festa numa disco da Av da Boavista - Triplex! Bonito, em vez de fecharem o Twins só pra nós, temos de andar a descobrir uma disconite na boavista, pensava eu... Na boavista só conheço a rotunda, a arcádia e o mac e, e, já é muito! GPS, entretanto, morreu em Gaia... Bom, demos com a "coisa" e lá dentro encontrámos um revival duma festa da faculdade antiga! Bar aberto, musica dos 80´s e toda a gente a curtir como se não houvesse congresso amanhã! E para muitos não houve!! Não havia nenhum colega meu, meninos, ficaram todos no hotel... Era eu e a malta de outra geração! Mas foi brutal ver todos os delegados a soltar a franga, alguns dos clientes mais chatos a dar show na pista, memorável... Que grande noite! Durou até termos de ir ao hotel tomar duche e trazer as malas e estar no congresso as 8h! E fomos das primeiras e únicas a chegar! Mas assim, sim, valeu muito a pena! Só no próximo fds é que consigo por os sonos em dia mas há muito tempo que não me divertia tanto! Próximo congresso em Lisboa, tem de ter festa!
Foi dos melhores congressos de pequenos animais de sempre! Ok, eu não assisti a uma palestra até ao final mas pelo que me disseram foi muito bom nessa parte também!
Eu era menina de ir aos congressos de buiatria só por causa das festas da malta rija dos grandes animais. Pela primeira vez, o pessoal dos pequenos teve a brilhante ideia de copiar o espírito.
Fim de semana a trabalhar não sabe bem a ninguém... mas sábado 19h, lá fui eu apanhar o comboio pro Porto... Desta vez "vinguei-me" e fui de Alfa Pendular, sozinha como gente grande, ora essa! Ninguém me apanha mais num Intercidades que avaria e atrasa a viagem em 2h como no ano passado! Hum! Era para Espinho mas acabei por sair em Gaia. Long story short: fiquei escondida na casa de banho para deficientes, a única onde cabia eu e a bagagem, os 10 minutos que distam a estação de Espinho até Gaia, para não ser apanhada pelo revisor! .... Meu Deus, como eu sou tão ingénua... e como eu me divirto com isso! :D Chegada a Gaia, jantarada com 18 pessoas das quais só conhecia 2, o resto foi-me sendo apresentado pelos metros de sangria enquanto engonhava a francesinha no prato! Sim, confesso que tenho sido permissiva com o meu palato no que toca a picantes! A contrapartida é hidratar! Depois do jantar, festa numa disco da Av da Boavista - Triplex! Bonito, em vez de fecharem o Twins só pra nós, temos de andar a descobrir uma disconite na boavista, pensava eu... Na boavista só conheço a rotunda, a arcádia e o mac e, e, já é muito! GPS, entretanto, morreu em Gaia... Bom, demos com a "coisa" e lá dentro encontrámos um revival duma festa da faculdade antiga! Bar aberto, musica dos 80´s e toda a gente a curtir como se não houvesse congresso amanhã! E para muitos não houve!! Não havia nenhum colega meu, meninos, ficaram todos no hotel... Era eu e a malta de outra geração! Mas foi brutal ver todos os delegados a soltar a franga, alguns dos clientes mais chatos a dar show na pista, memorável... Que grande noite! Durou até termos de ir ao hotel tomar duche e trazer as malas e estar no congresso as 8h! E fomos das primeiras e únicas a chegar! Mas assim, sim, valeu muito a pena! Só no próximo fds é que consigo por os sonos em dia mas há muito tempo que não me divertia tanto! Próximo congresso em Lisboa, tem de ter festa!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O que escrever tem de bom...
O que escrever tem de bom... Para mim é como falar uma só vez, são desabafos, inspirações ou nem tanto, que eu partilho principalmente comigo mesma. Não escrevo para ser lida, escrevo porque gosto. Falo sozinha por assim dizer... Escrevo-me como se fosse um outro alguém remoto a precisar de matar saudades, contar novidades e querer saber como está. Escrevo-me para saber de mim e leio-me com o carinho de quem se sente lembrado. É egoísta?
Ao mesmo tempo que eu escrevo só uma vez, quem lê pode ler e reler as vezes que quiser...
Lembro-me de quando os telemóveis tinham uma memória de 10 sms e nós tinhamos de escolher muito bem as mensagens que queríamos guardar para ler e reler e, ler outra vez. Alguém que nos escreve uma única vez dá-nos o poder ingénuo de "reviver" ou lembrar esse momento infinitamente. É esse o poder da escrita e é isso que me apaixona. Escrever num determinado momento, com sentimento, com a emoção de um instante e poder ler quando já não me lembro desse sentimento nem desse instante. Poder escrever de noite, com frio e ler num dia de sol, quando tudo é diferente, quando nada se parece com o que está escrito. Poder viajar, para trás e para a frente no tempo, nas palavras. Não que um dia eu não consiga sentir o frio mas para me lembrar que também existe sol e calor.
Ao mesmo tempo que eu escrevo só uma vez, quem lê pode ler e reler as vezes que quiser...
Lembro-me de quando os telemóveis tinham uma memória de 10 sms e nós tinhamos de escolher muito bem as mensagens que queríamos guardar para ler e reler e, ler outra vez. Alguém que nos escreve uma única vez dá-nos o poder ingénuo de "reviver" ou lembrar esse momento infinitamente. É esse o poder da escrita e é isso que me apaixona. Escrever num determinado momento, com sentimento, com a emoção de um instante e poder ler quando já não me lembro desse sentimento nem desse instante. Poder escrever de noite, com frio e ler num dia de sol, quando tudo é diferente, quando nada se parece com o que está escrito. Poder viajar, para trás e para a frente no tempo, nas palavras. Não que um dia eu não consiga sentir o frio mas para me lembrar que também existe sol e calor.
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